Novak Djokovic, um dos maiores nomes da história do tênis com 24 títulos de Grand Slam, causou surpresas ao anunciar sua desistência do Masters 1000 de Cincinnati, um dos torneios mais importantes do calendário de piso duro antes do US Open. Essa ausência pelo segundo ano consecutivo faz a gente ficar se perguntando: será que a idade e as lesões começaram a pesar para o sérvio?
Djokovic tem sido um exemplo de resistência e talento por anos, mas a sequência de desistências recentes coloca seu corpo e estratégia em evidência. Lembrando da derrota contundente nas semifinais de Wimbledon 2025 para o jovem número 1 do mundo, Jannik Sinner, onde Djokovic perdeu em sets diretos e ainda sofreu uma queda que prejudicou seu desempenho, fica claro que os sinais de desgaste físico estão ali, visíveis até para seus fãs mais fervorosos.
Durante a coletiva pós-Wimbledon, o próprio Djokovic admitiu sentir o impacto do tempo no seu corpo como nunca antes. Para um atleta que costuma ser visto como uma verdadeira máquina, essa honestidade é um alerta: ele está ciente que precisa cuidar do físico para seguir competitivo.
A decisão de poupar-se no Masters de Cincinnati, abrindo mão de partidas valiosas contra adversários que só crescem, como o espanhol Carlos Alcaraz, é um movimento estratégico mais do que uma simples desistência. Aos 36 anos, Djokovic parece estar priorizando um calendário mais enxuto e focado em sua longevidade no circuito.
Mesmo assim, o sérvio não chega como azarão ao US Open. Sua trajetória no torneio de Flushing Meadows é impressionante – são dez finais, quatro títulos e uma taxa de vitórias de 87% na competição. Além disso, o torneio terá um incentivo extra para os fãs de drama: Djokovic vai disputar também a nova chave de duplas mistas ao lado da sérvia Olga Danilovic, uma oportunidade para afiar o jogo mental, mesmo que não seja na simples.
O grande mistério agora é que versão de Djokovic veremos no US Open. Se entrar em quadra com a energia renovada, ele ainda pode atropelar os jovens talentos; caso contrário, pode ser eliminad o mais cedo do que muitos esperam, já que nomes como Alcaraz e Sinner estão sedentos para dominar o circuito.
A esperança dos fãs é que a estratégia de descanso em Cincinnati dê frutos, evitando que as perguntas e dúvidas sobre sua carreira e aposentadoria aumentem ainda mais.
No final das contas, a jornada de Djokovic não é apenas sobre números ou recordes, mas sobre acompanhar uma lenda do esporte que enfrenta os desafios do tempo enquanto mantém o nível alto. Independentemente do resultado em Nova York, sua história só se fortalece a cada momento como esse.
Fica o desejo para que o US Open 2025 seja palco de mais um capítulo inesquecível dessa saga que é a carreira de Novak Djokovic.
Fonte: Total Apex Sports