A chave feminina do US Open 2026 começa a ser definida no sorteio de quinta-feira, 27 de agosto, com Aryna Sabalenka como número 1 do mundo e campeã das duas últimas edições — mas a chave abre com uma disputa entre quatro jogadoras pelo topo do ranking e com sete ex-campeãs do torneio inscritas. As partidas da chave principal vão de domingo, 30 de agosto, a sábado, 12 de setembro, quando está marcada a final feminina (fonte: TenisBrasil e usopen.org).

Sabalenka chega como "favorita" nos números: é bicampeã (2024 e 2025), venceu Amanda Anisimova por 6/3 e 7/6(3) na decisão do ano passado e lidera o ranking há cerca de 100 semanas seguidas. Mas a vantagem sobre as rivais é mínima, e o US Open feminino 2026 se apresenta como o Slam mais aberto da temporada (fonte: USA Today).

A briga pelo nº 1 no US Open feminino 2026

Quatro jogadoras podem sair de Nova York como número 1 da WTA, segundo os pontos do ranking de 24 de agosto: Sabalenka (8.575), Elena Rybakina (8.141), Jessica Pegula (7.265) e Coco Gauff (6.704) (fonte: Wikipedia).

  • Rybakina assume o topo se chegar à semifinal, independentemente dos outros resultados.
  • Pegula e Gauff só sobem ao nº 1 se vencerem o título e Rybakina não alcançar a semifinal.
  • Sabalenka segura o posto por um fio: qualquer campanha mais curta pode derrubar a liderança que ela mantém há quase duas temporadas.

O detalhe que dá peso à ameaça: Rybakina já conquistou um Grand Slam de piso duro em 2026, o Australian Open. O único porém é histórico — ela nunca passou das oitavas de final no US Open (fonte: USA Today).

As favoritas do US Open feminino 2026

Sabalenka busca o tricampeonato consecutivo — algo que nenhuma mulher faz desde Serena Williams, de 2012 a 2014. Ela não vence um Slam na temporada, o que reforça o diagnóstico de que está "devendo" um título grande no ano (fonte: USA Today).

Iga Świątek chega como uma das melhores fases: a polonesa, campeã do US Open em 2022 e oitava cabeça de chave, derrotou Rybakina na final do National Bank Open de Toronto por 6/2 e 6/3, conquistando seu primeiro título em 2026, o 12º de WTA 1000 na carreira (fonte: WTA). Ela tenta manter a sequência de ao menos um Grand Slam por ano, que dura desde 2022.

Coco Gauff defende o título de 2023, mas não chega à semifinal em Nova York desde então — caiu nas oitavas nas duas últimas edições. As campanhas fortes em Miami e Toronto, na pista dura, a colocam entre as favoritas caso o forehand e o saque cooperem (fonte: USA Today).

Jessica Pegula, aos 32 anos, é a mulher mais velha do top 10 e joga o melhor tênis da carreira no piso duro: foi finalista em 2024 e semifinalista em 2025 no US Open (fonte: USA Today).

Alexandra Eala é a sensação da chave: aos 21 anos, a filipina entrou no top 20 e virou a primeira cabeça de chave da história do país no torneio, como 17ª do ranking (fonte: MSN).

Os 32 cabeças de chave da chave feminina

Os seeds foram definidos pelo ranking WTA de 24 de agosto (fonte: Wikipedia):

| # | Jogadora | |—|—| | 1 | Aryna Sabalenka | | 2 | Elena Rybakina | | 3 | Jessica Pegula | | 4 | Coco Gauff | | 5 | Mirra Andreeva | | 6 | Linda Nosková | | 7 | Karolína Muchová | | 8 | Iga Świątek | | 9 | Elina Svitolina | | 10 | Amanda Anisimova | | 11 | Marta Kostyuk |

12Belinda Bencic
14Iva Jovic
15Diana Shnaider
16Sorana Cîrstea
17Alexandra Eala
18Ekaterina Alexandrova
19Jasmine Paolini
20Maja Chwalińska
21Anna Kalinskaya
22Madison Keys
23Elise Mertens
24Anastasia Potapova
25Marie Bouzková
26Emma Navarro
27Barbora Krejčíková
28Sára Bejlek
29Ann Li
30Jeļena Ostapenko
31Leylah Fernandez
32Maria Sakkari

A lista reúne sete ex-campeãs do torneio: Sabalenka, Gauff, Świątek, Osaka (2018 e 2020) e Raducanu (2021), além das convidadas Venus Williams — aos 46 anos, duas vezes vencedora — e Sloane Stephens, campeã de 2017 (fonte: USA Today).

O sorteio de quinta e o calendário

A chave principal feminina de 128 jogadoras será sorteada na quinta-feira, 27 de agosto, no USTA Billie Jean King National Tennis Center, em Flushing Meadows (fonte: usopen.org). Após o sorteio, as partidas começam no domingo (30/08), com sessões diurnas e noturnas; a final está marcada para sábado, 12 de setembro (fonte: Wikipedia).

Saídas relevantes antes do sorteio: Victoria Mboko, 15ª do ranking, não joga por lesão no joelho esquerdo (fonte: Wikipedia). No masculino, o campeonato também perdeu Sinner e Fonseca — leia a análise da chave masculina para comparar como os dois lados ficaram abertos.

Para horários de sessão no Brasil e canais de transmissão, confira nosso guia de onde assistir.

Brasil: primeira ausência nas chaves de simples desde 2018

O US Open 2026 marca a primeira vez desde 2018 que o Brasil não terá representantes nas chaves de simples do torneio. A eliminação de Thiago Seyboth Wild na segunda rodada do qualificatório, por 6/4 e 6/4 para Mackenzie McDonald nesta quarta-feira (26/08), somada à desistência de João Fonseca por lesão no abdômen, deixou o país de fora da disputa individual (fonte: ge.globo).

No feminino, a última esperança era Laura Pigossi, a única brasileira no qualificatório — ela foi eliminada já na estreia (fonte: ge.globo). Beatriz Haddad Maia, principal nome do país no circuito feminino, também está fora do torneio (fonte: ge.globo). A presença brasileira no torneio fica por conta das duplas, com destaque para Orlando Luz e Rafael Matos (fonte: ge.globo).

O nosso raio-x do quali brasileiro e o guia completo do torneio ajudam a entender o cenário do último Grand Slam da temporada.

Perguntas frequentes

Quem é a favorita ao título do US Open feminino 2026? Aryna Sabalenka, bicampeã e nº 1 do mundo, entra como favorita pelos números — mas Iga Świątek, campeã do WTA 1000 de Toronto sobre Rybakina, chega na melhor fase do ano.

Quando é a final feminina do US Open 2026? A final feminina está marcada para sábado, 12 de setembro, na Arthur Ashe Stadium, em Nova York.

Quantas cabeças de chave tem o US Open feminino 2026? São 32 cabeças de chave em um quadro de 128 jogadoras, definidas pelo ranking WTA de 24 de agosto.

Quais brasileiras jogam o US Open 2026? No simples, nenhuma: Laura Pigossi caiu no quali e Bia Haddad não disputou. A presença brasileira fica concentrada nas duplas.

Rybakina pode ser a nº 1 do mundo depois do US Open? Sim. Se a cazaque chegar à semifinal, ela assume a liderança do ranking independentemente dos demais resultados.

Onde assistir ao US Open feminino 2026? A transmissão no Brasil é da ESPN (TV por assinatura) e do Disney+ (streaming), sem opção gratuita legal — os detalhes estão no nosso guia de transmissão.